DUO SÃO+LUÍS - REIS MONOS


No Carnaval ninguém leva a mal parece ser a máxima do ex-Presidente da Câmara, Luís Gomes, e sua discípula, São Cabrita!

Luís Gomes depois de deixar de ser presidente da câmara continuou como presidente, mas do PSD de VRSA uns das antes do chegar o Carnaval. 

Carnaval que durante anos foi anunciado por Luís Gomes como um evento de relevância no concelho e que justificou faustosos gastos com a contratação de Reis do Carnaval como um tal José Castelo-Branco, mas que a rotura financeira que a gestão do duo Luís+São provocou no Município transformou agora em Carnaval popular, mas que de popular pouco tem.

É realmente popular porque foram convidados a participar grupos compostos essencialmente por crianças a quem a Câmara atribuiu um subsídio de 500€ por grupo para se organizarem e comprar/confeccionar os disfarces. Até aqui tudo seria normal face à situação de asfixia financeira que a terra vive.

Como aparecerem, ao que informou a actual Presidente 19 grupos, o município teria uma despesa de 9.500€ mais os gastos com som e palcos, numa festa austera mas que seria a possível. Só que em Monte Gordo, talvez como pagamento da vitória eleitoral já que foi esta freguesia que lhe deu a vitória, não chegava o desfile dos grupos e foi preciso organizar um espectáculo musical para animar a festa.

Organize-se o espectáculo e contrate-se o artista. Coincidência (talvez não) a escolha recaiu sobre o famoso grupo musical - Baby Lores & Luís - que pelo módica quantia de 11.000€ + IVA animou a festa durante uma hora. UMA HORA DE MUSICA CUSTOU MAIS AOS COFRES MUNICIPAIS DO QUE VESTIR 19 GRUPOS DE CRIANÇAS PARA DESFILAR – 

http://www.base.gov.pt/Base/pt/Pesquisa/Contrato?a=4232774 

Mas como é Carnaval e ninguém leva a mal foi mera coincidência a brilhante contratação para actuar no Carnaval do ex-Presidente de Câmara, mentor de São Cabrita, Presidente do PSD de VRSA e candidato a candidato nas próximas eleições autárquica e para isso foi necessário engendrar um esquema através de uma empresa de Vila Nova de Gaia, curiosamente um município que teve uma governação autárquica do PSD de Luis Filipe Menezes que deve ter inspirado o nosso DUO SÃO + LUÍS.

Até quando continuarão a gastar (dividir) o que não têm agravando cada vez mais a situação financeira do município?

VRSA NO RANKING DAS ESCOLAS DO ENSINO SECUNDÁRIO



Todos os números são preocupantes, desde a posição da escola à escolaridade dos pais dos alunos. É uma imagem demolidora, preocupante para  um concelho que está cada vez mais pobre, sem empresas, sem investidores, sem competência autárquica e com uma escola que está no fundo da tabela.

Entretanto, a São e os seus Sãotanetes da autarquia promovem caridade, pagam bem ao Cigarrinhos, endividam a câmara e tiram a esperança no futuro ao município. Esta mais uma fotografia miserável dos resultados de 12 anos de Sõatanetes.

AS ESTATÍSTICAS NÃO ENGANAM



As estatísticas não enganam, entre 2005 e 2015 os vilareealenses estão mais pobres, é incrível, mas é mesmo verdade contra todas as lógicas o rendimento per capita em vez de aumentar, como é lógico, diminuiu. Não vale a pena atribuírem as culpas aos últimos anos como faz o autarca de Castro Marim, um concelho com lugar no pódio dos campeões da miséria, quase todo o Alentejo, ma província com menos recursos do que o Algarve as pessoas melhorar a sua vida.

Também não vale a pena iludir a realidade com lavagens de roupa suja como faz o autarca de Castro Marim, depois de mais de dez anos de mandatos dos Sãotanetes cada cidadão de Vila Real de Santo António está mais pobre.

Voltaremos ao tema depois dde analisarmos os dados. Ver mais no Público.




FIM DE FÉRIAS

Pedimos desculpa aos Sãotanetes pelo stress que poderão ter sentido devido ao síndroma de abstinência em consequência da aparente alteração urbana que teria posto fim ao Largo da Forca. Podem ficar descansados, foi um breve período de férias, ainda que na expetativa de ver Santana Lopes, o candidato à liderança do PSD apoiado pela nossa São, ser recuperado como assessor jurídico da autarquia.

 O silêncio no Largo é expectante, expectante pelas prometidas respostas da nova presidente de câmara que se tem desdobrado em promessas de transparência e de que mais e melhor informação será prestada aos vereadores e aos membros da Assembleia Municipal. As respostas têm data marcada. O final do mês de Janeiro será que chegam?

Entretanto, em todas as sessões de câmara, segue o rol de renovações de "contratos de trabalho" precário formalizados através de contratos de prestação de serviço  (recibos verdes) e continua a ser ocultado o que se passa na SGU.

 De todas as renovações feitas a mais curiosa foi a contratação a recibo verde de uma administrativa para o gabinete de apoio ao empreendedorismo e criação de novos postos de trabalho. Fantástico melga diria o Herman José numa das suas inúmeras personagens

Na prática a política dos últimos 12 anos continua. Num concelho onde o desemprego sobe, quando no país desce, é o indicador muito claro da falta de estratégia de desenvolvimento (?) que os últimos anos de gestão do PSD trouxe ao concelho e que estamos a pagar com língua de palmo.

Falta o investimento, os empregos (?) são de favor, a câmara está extremamente endividada, os munícipes pagam e a gestão terá de ser apertada, reduzindo gastos e favores.

Esperamos para ver se vai haver coragem para governar ou irá continuar a onda de despesismo e laxismo que foi a tónica dos mandatos de Luís Gomes com a colaboração da atual presidente.

O QUE ESPERAR DE 2018

Ao nível nacional o primeiro-ministro definiu como prioridade mais e melhor emprego, será que essa prioridade poderá vir a ter reflexos num concelho como o de Vila Real de Santo António.

Mais emprego implica mais investimento e emprego de qualidade pressupõe que esse investimento é dirigido para atividade com maior valor acrescentado, isto é, produtos e serviços que pressupõe o recurso a tecnologias mais exigentes e, por consequência, a trabalhadores mais qualificados.

Acontece que há uma década que a máquina autárquica de Vila Real de Santo António se especializou de gerar pobres submissos que votem na reprodução do poder que alimenta essa máquina. A cidade foi empobrecendo, os jovens que se qualificam partem, são raros os casos de investimentos que exijam qualificações remuneradas com ordenados acima do salário mínimo. EMmVila Real de Santo António não há condições para que uma empresa tecnológica se instale, nem dispõe de trabalhadores qualificados ou de condições para a sua fixação.

Como se isso não bastasse sofre a concorrência de Espanha, a localização junto à fronteira, que poderia ser uma vantagem, acaba por ser uma desvantagem. E em relação aos concelhos limítrofes Vila Real de Santo António é o menos competitivo pois nem em termos urbanos tem capacidade de resposta para a instalação de empresas ou de trabalhadores que não sejam residentes.

Sem uma mudança autárquica continuaremos a viver num ciclo de pobreza onde a câmara gasta no espetáculo, a SGU paga "cigarrinhos" e a bondosa Mão Amiga dá a mão aos pobres, principalmente para lhes ensinar o caminho das mesas da sopa do pobre e das mesas de voto. Enquanto o país recupera e da esperança, Vila Real de Santo António prossegue no seu ciclo de empobrecimento.

O QUE FARÁ O ASSESSOR DA OCUPAÇÃO DOS ESPAÇOS PÚBLICOS?



Anda por aí um grande alarido porque uma tal Paula Brito e Costa ganhava 3000 euros brutos mensais na Raríssimas, quando, afinal, a coisa não é assim tão rara. Em Vila Real há um assessor contratado pela SGU para a ocupação do espaço público e licenciamento, O que a tal senhora fazia todos sabem, geria uma instituição que ela própria criou e onde dava emprego a centenas de trabalhadores.

Mas que diabo fará o nosso amigo Cigarrinho que de vereador passou a “assessor para a ocupação do espaço público e licenciamento” para ganhar os mesmos 3000 euros que ganhava a Paula?  Mas que raio de funções tão complexas que serão essas, que grandes habilitações terá o cigarrinho para ganhar mais do que um médico especialista e mesmo mais do que a Paula da Raríssimas?

Ainda por cima parece sem funções muito estranhas, algo do domínio das ciências ocultas, não precisam de habilitações, não carecem de gabinete e o seu exercício nem exige horário.

Mas os motivos para que o nosso Cigarrinho seja um “raríssimo” não fica por aqui. Imaginem que um ministro ganhasse 3.000 euros e em vez de se sujeitar ao maldito IRS, aos descontos para tudo e mais alguma coisa, pudesse receber o montante do ordenado bruto a troco de faturas de despesas pessoais. Imaginem só o ordenado de António Costa: dez molhos de salsa, cinco de coentros, 40 rolos de papel higiénico, trinta quilos de bifes, 10 desodorizantes corporais, um frasco de colónias, dois pacotes de pensos higiénicos, três litros de azeite, duzentos litros de gasolina, uma dúzia de garrafas de tinto, um bilhete de entrada no Oceanário, etc., etc.

Sejamos claros, o esquema da remuneração a troco de faturas é um esquema que algumas empresas usam para pagar avenças a quem não as pode assumir. O Estado não paga a funcionários, a empresas de serviços ou a consultores a troco de faturas com despesas pessoais. Como é que a SGU pode justificar ao fim do ano uma despesa em pensos higiénicos, em desodorizantes e em muitas outras despesas muito pouco empresariais? Quando se remunera a troco de despesas é para fugir aos impostos, designadamente ao IVA e ao IRS.


Mas o que mais intriga no meio disto tudo é mesmo saber o que fará um assessor para a ocupação do espaço? Andará de rua em rua com uma cadeirinha, sentando-se no meio do passeio para avaliar como ocupa o espaço público? 

Esta do assessor da ocupação dos espaços públicos só não é uma anedota muito divertida porque os três mil euros pagos ao Cigarrinho saem do bolso dos Vialrealenses e são pagos por uma autarquia falida. Se o senhor estava a precisar de ocupação porque não foi como voluntário para a Mão Amiga?

A ESTRANHA CONFUSÃO DOS PROGRAMAS OCUPACIONAIS DE VRSA

Alguém consegue explicar aos Vilarealenses que os programas ocupacionais do IEFP há muito acabaram? 

Alguém consegue explicar aos Vilarealenses quem foi contemplado com os antigos programas ocupacionais ou com os contratos a termo feitos através de uma Mão Amiga qualquer não é funcionário da Câmara ou da SGU?

Alguém consegue explicar aos Vilarealenses a quem deram a "esmola" que são apenas e só PRECÁRIOS a quem o poder autárquico procura manobrar com promessas? 

Alguém consegue explicar aos Vilarealenses que ao longo dos últimos anos foram "empregados da Câmara ou da SGU" apenas foram uma peça da estratégia eleitoral do PSD de Luís Gomes e de São Cabrita?

Alguém consegue lembrar a esses "empregados da Câmara e da SGU" que depois das eleições ficaram sem programa ocupacional ou sem contrato e assumiram a categoria de escravos trabalhando meses em regime de voluntariado até que a esmola do contrato precário volte?

Alguém consegue explicar como é que a fiscalização da Segurança Social e da Autoridade para as Condições do Trabalho que é tão diligente a fazer cercos a empresas para detetar presuntos ilegais pactua com este escândalo em VRSA?